Amanda Pereira. Passei muito tempo beirando emoções já perdidas. Perdi o mar, perdi o direito de ficar em silêncio. Agora, o que você vê é só uma cantiga de ninar sem sentido tentando encontrar um último vento de esperança do sul. Prazer.

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Não é pecado o teu corpo colar no meu. Nem mesmo eu, colar em teu.

— Amanda Pereira

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Eu sempre irei insistir em respirar e dar duas ou três piscadas para não explodir de raiva. Sempre irei balançar a cabeça e guardar os xingamentos. Mas minha opinião não muda! Meu jeito antigo de ser, minha vontade de fazer a diferença, minha vontade de liberdade nunca, nunquinha vão passar! Continuo sem deixar a intimidade chegar rápido e muito menos a amizade sair correndo. Eu tô aqui para viver, ouvir e admirar. Estou nessa vida para morrer de amor não de raiva. Porque se cada vez que ver “concertesa” escrito no canto do quadro negro, eu explodir de raiva, amor. Não iria restar nada de mim neste momento, acredite.

— Amanda Pereira (beir-amar)

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Vose me deicha felis” escreveu a menina, de dois anos ou menos, para a mãe. E nenhum professor, doutor, senhor ou malandro terá a coragem de corrigi-la.

— Amanda Pereira (beir-amar)

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A gente se perde um dia, a gente tem que se perder, isso já tá escrito! Só que uns se acham novamente e outros se encontram com perdidos, se perdendo mais ainda e então fica gostoso, perder o sentido da vida com outro perdido.

— Amanda Pereira (beir-amar)

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FAN: How would you explain Jared?

JENSEN: He’s like a brother and I love him … We understand each other, even if we look at each other in silence. He sweats a lot and I’m like a mother worried he’ll get sick so I wipe his sweat with a towel I carry around on set. He also eats a lot and usually they close the food area during certain times of the day and sometimes I have my leftovers and I give it to him. I have his back like he has mine. I just wish he was shorter.

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Ah sim, eu me lembro bem de como tudo começou. A gente se conheceu por acaso e você foi me ganhando pouco a pouco, com simples gestos, com simples palavras e simples atitudes. Você foi ganhando o meu coração sem fazer esforço algum. Com o tempo eu comecei a perceber que a coisa tava ficando seria… Eu comecei a me importar mais com você do que comigo mesma, comecei a dar aquele sorrisinho quando recebia uma sms sua. Eu podia sentir o meu coração piscar junto com a sua janelinha do msn, podia sentir um calafrio da ponta do dedão do pé até o ultimo fio de cabelo, toda vez que você me ligava. A minha voz mudava, ficava tremula. Já estava começando a ficar perigoso. As minhas noites já não eram as mesmas, antes eu tinha uma certa facilidade para acalmar os meus pensamentos, mas depois que eu conheci você, os meus pensamentos ficaram bagunçados, agitados… Cá entre nós. A minha vida ficou agitada e bagunçada depois que eu te conheci. Mas eu não ia me entregar de novo, não dessa vez. A vontade de você era enorme, mas o medo de sofrer era ainda maior. Era esse o meu pensamento. Mas como sempre, você foi me mostrando o contrario… foi me mostrando que o amor tem lá os seus mistérios e que amar nem sempre significa sofrer. E aconteceu como da ultima vez… eu me entreguei de corpo e alma pra você. Te amei da forma mais sincera que um ser humano pode amar o outro. Eu te dei carinho, atenção, te dei amor, te mimei, deixei que você fizesse do meu coração o seu abrigo, a sua morada. Eu fiquei do seu lado quando todos te viraram as costas, eu te apoiei mesmo quando você estava errado. E como você me agradece? Me magoando com as suas palavras que por mais bobas que sejam, conseguiram acabar comigo. A sua grosseria e o seu orgulho conseguiram acabar com tudo que nós levamos meses para construir. Mas apesar de tudo, apesar de todo esse tempo que eu fiquei longe de ti, eu ainda te sinto, te sei. Ainda sonho acordada com você, e me perco em pensamentos de um passado, que pra mim, era perfeito. Mas não era amor, não, não era. Amor que é amor, não acaba assim, dessa forma. Mas de uma coisa eu tenho certeza. Eu te amei, do meu jeito errado, torto, bagunçado, confuso, complicado, estranho, mas amei. Amei e ainda amo… Eu já tentei por vezes te esquecer, já fechei todas as portas pra você, mas o meu coração -ôh músculo tolinho- parece que gosta de sofrer. Insiste em te amar, insiste em criar expectativas e continua colocando fé onde não tem. Eu digo e repito, e era você, e tem sido você e vai continuar sendo você. O dono dos sorrisos mais bobos, das risadas sem motivos, das mãos tremulas e do coração a mil. É você, sempre foi, sempre vai ser. Não adianta mentir pro coração.

Nathália  (via aluguefelicidade)

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Por meu corpo virgem e minha alma resplandescente, por todos os meus amores imortais e os pensamentos indescentes, procurando, beirando a morte do coração meu tão teu, por tudo aquilo que ainda é vivo dentro de mim, por todos os parasitas que ainda habitam o corpo meu, por tudo aquilo que acredito e hei de acreditar, clamo que aceite o nosso amor: errado, mestiço, desnecessário e doloroso… aceite o meu amor, pois é amor.
Quero abrigar-me no vosso peito, fazer do teu sorriso moradia eterna, eternizar os nossos laços, e herdar… herdar todo amor que há de haver neste mesmo mundo de mortos… corpo em delito, fuga, fuga! Fugimos juntos então… pro mundo perdido, esquecido, não existente, fugimos então, só pra ter eu e você, só pra haver amor… o nosso, o nosso amor.
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Comece o regime devorando os livros da estante em meu quarto.

— Amanda P (beir-amar)

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